O dragão que me deixou à vida, num repente lampejo me deixou a alma e já que de tão turvo nem mais estrelinhas no céu desponta, desaponta o coração meu que jaz sem rumo, sem prumo, sem dragão.
Por: André R. Melchiades Quinta-feira, Setembro 24, 2009
MONOCROMÁTICO
Que me venham todos os sonhos, os viverei até dentro do pesadelo que possa ser a vida, mas que eu os tenha dentro de mim, sem cores algumas, quero vê-los monocromáticos para serem fieis aos seus suspiros e aos meus desassossegos. É sonho apenas, nada mais.
Por: André R. Melchiades Terça-feira, Setembro 01, 2009